Analise da guitarra Strinberg CLG-63

Para quem me conhece bem, sabe que um de meus hobbies é tocar guitarra[bb]. Recentemente, arrumei meu armário[bb], me livrei de alguns instrumentos[bb] velhos e na base da troca acabei adquirindo uma Strinberg CLG-63.

Primeira impressão

Ela parece muito com a Peavy Wolfgang, mas é claro que não há comparação. O acabamento da guitarra é bem bacana, não deixa a desejar. A ponte[bb] FloydRose é bem simples, mas combina bem com o corpo da guitarra. Para quem gosta do estilo Eddie Van Hallen entre outros que usam Peavy Wolfgang, é uma boa opção por similaridade estética e monetária. A guitarra nova[bb], custa em torno de R$750,00 reais, e usada R$600,00, um valor aceitável para uma guitarra desse estilo.

Especificações Técnicas

Corpo: Flamed Maple Plywood

A pintura é bem razoável para uma guitarra de baixo custo, sem detalhes. Os efeitos no topo são bem naturais, não parecem efeitos de pintura[bb].

Já a madeira, Plywood, é compensado de madeira[bb]. Ok, pare. Antes de você falar mal do compensado, lembre que o mestre Paul Gilbert fez algumas turnês do Mr. Big com uma guitarra feita de Plywood. Antes de comprá-la, também fiquei com um pé atrás, mas fazer o test-drive, fiquei tranquilo.

Apesar do corpo de Plywood, a guitarra é bem pesadinha, não como uma guitarra de corpo maciço, mas também não como as guitarras de papel chinesas. Não podemo falar muito de guitarras chinesas agora que o Tagima também está trabalhando com elas, para quem quiser testar a guitarra SIX[bb] me deixou bem impressionado.

Braço e Escala: Maple

Uma madeira mais dura, muito utilizada nos braços de vários fabricantes, principalmente de guitarra gringa, uma vez que é bem difícil achar Maple por aqui.

Captadores: 2 humbuckers

Não consegui muitas informações sobre esses captadores humbuckers[bb], aparentemente são fabricados pela própria Strinberg e aos meus ouvidos, não são bem os que eu esperava para essa guitarra. Talvez minha única decepção com relação ao todo da guitarra.

Controles: 1 volume

Clássicos, mesmos usados nas Squier[bb] e Fender[bb] por ai;

Chave Seletora: 3 positions

Simples, Firme sem capinhas especiais que saem depois de um tempo. Lembra bem as chaves[bb] seletoras das Epiphone.

Tarraxas: Die Cast

Pelo que entendi, as tarraxas são feitas por fundição injetada, o que representa q a tarraxa é de ferro de verdade. Só quem teve guitarra com tarraxa de plástico vai entender o quanto é bom ter uma tarraxa mais firme. Não é nenhuma Gotoh, mas gostei.

Ponte: Floyd Rose

A estampada na ponte vem uma mensagem dizendo que essa ponte é fabricada de acordo com as patentes da própria FloydRose. Aparentemente o material usado na ponte é bom, mas peca nos detalhes e acabamento. A alavanca parece bem travada, não é como as alavancas gostosas de brincar da Ibanez.

Aparentemente a ponde parece ser frágil, mas nesse aspecto não posso julgar muito bem pois durante toda minha vida escolhi guitarras com ponte fixa a guitarras com FloydRose, talvez por ser minha primeira guitarra com Floyd achei que a ponte é sensível demais.

Conclusão

Apesar de espantar pelo baixo custo e pela não tão boa qualidade dos captadores, a Strinberg CLG-63 é uma boa opção para quem quer gastar pouco e em um curto espaço de tempo pretende colocar uns captadores diferentes na guitarra. Nota 7.5.

[]’s

3 comentários em “Analise da guitarra Strinberg CLG-63

  • 22 de outubro de 2013 em 14:55
    Permalink

    ola Bruno ja vi que vc não entende nada de guitarra, esta Stremberger da pau na fender americana

  • 12 de dezembro de 2014 em 23:57
    Permalink

    A guitarra é top!!! Só trocar os captadores, pois é zero de graves. De resto, ótima! Não desafina,e super gostosa de tocar. Coloquei um kit malagoli captadores custom 59 no braço e custom 84 na ponte. Pra tocar Hard Rock, principalmente uns Van Halen, show de bola, quem ouve não acredita na qualidade sonora dessa guitarra. Recomendo total, mas merece um upgrade nos caps.

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