App Lock

Já faz um tempo que tenho um receio grande de utilizar aplicações financeiras e bancárias no celular. É verdade, não acho que o mobile seja ainda um lugar seguro para fazer qualquer tipo de consulta ou transação. Porém, andei fazendo testes com algumas aplicações de “lock de aplicativos” que fizeram com que eu me senti-se um pouco menos inseguro.

Esse tipo de aplicação tem como objetivo, bloquear o uso de certos aplicativos colocando um mecanismo de autorização na execução do aplicativo, ou seja, toda vez que o aplicativo for chamado, seja a primeira vez ou seja em background o app locker irá pedir para que você autorize a execução de aplicativo.

Fiz o teste com 3 applicativos: Shake AppLock, App Lock e Smart AppLock

Como atualmente utilizo um LG Optimuns L5 e não tenho todo o poder de processamento que eu gostaria, levei muito em conta duas coisas para avaliar as 3 apps, performance e praticidade. Em ambos os quesitos fiquei com o Shake AppLock, que se demonstrou, rápido, simples de gerenciar e não ocupa muito espaço.

Quem sabe um dia não decido usar Finance e Banking no celular. Longe ou não, eu com certeza utilizaria um LockApp.

 

O que os olhos não veem o bolso não sente

Queria postar isso faz um bom tempo, para falar a verdade desde que voltei da Australia[bb]. Qual seria a reação do Brasileiro se todos os impostos[bb] que pagamos ao invés de serem implícito, fossem explícitos? Ta, você deve estar se perguntando, como assim?

Quando fui para a Austrália, notei que toda a loja[bb] apresenta na prateleira dois valores, o valor real do produto, e o valor do imposto que deve ser somado ao produto finalizando em seu preço total. Esse habito, de somar o imposto diariamente seria uma forma muito simples de apresentar para o Brasileiro que ele paga impostos caríssimos e nós sofremos um abuso[bb] grande dos empresários. Por exemplo:

Como vocês podem observar, essa é uma daqueles cupons fiscais que mostram os preços dos produtos após as compras[bb] nas lojas, só que se você parar para notar, é uma nota que traz uma importante diferença por que apresenta claramente o imposto pago nessa compra.

Nesse caso é possível notar exatamente quanto imposto foi gerado ao se tomar um café na 7th avenida no Brooklyn em Nova York[bb]. Lá é aplicada uma taxa de 8,875% em tudo o que é consumido pela população, nesse caso o café custava $2.45 e com a taxa o consumidor pode ver que pagou exatos 0,22cents de dollar através da transparência da nota fiscal. O café no final saiu por $2,67, que com certeza não é um preço exorbitante para um café.

A transparência nessas situações é muito benéfica. No Brasil isso não é inviável, e quem tem conversado com pessoas mais experientes no assunto, já deve ter ouvido o nome de Dilson Funaro, que tentou e foi vetado, de tabelar e regulamentar o preço pelo Brasil inteiro. Penso que o governo em si, não teria problema algum em obrigar o empresário a mostrar a quantidade de imposto que é paga por um produto tanto na prateleira[bb], quanto na nota fiscal. Acredito fortemente, que se isso acontecesse o Brasileiro realmente se assustaria com o preço praticado pelo próprio empresário, e desculpem-me quem já estiver pensando na lei[bb] da oferta e da procura, isso vai alem do meu ponto principal, que é transparência, mas a procura é constante e infinita, sempre as pessoas estarão dispostas a comprar, o que garante que a oferta verdadeira nunca chegue nas mãos dos Brasileiros, somente “ofertas[bb]” exorbitantes que respeitem as regras do cartel em que o Brasileiro foi criado.

Quando bate aquela incerteza e você não sabe se vai ou se fica

Há algum tempo, venho pensado em escrever aqui, coisas que penso, planejo, desejo ou mesmo algumas visões certas ou equivocadas. Como o ultimo post foi sobre a guitarra nova, vou aproveitar o embalo e falar um pouco de um de meus maiores sonhos, que é trabalhar em um outro pais. Não vou detalhar exatamente oque almejo, mas gostaria de escrever um pouco sobre uma decisão crucial para quem já está lá fora.

É comum eu conhecer pessoas que voltam da Austrália[bb] ou mesmo Nova Zelândia[bb] maravilhadas com a experiência de vida. Muita gente que vai, percebe que aos poucos existem sim oportunidades[bb] para quem quer ficar por lá, pequenas, médias até grandes dependendo do seu nível de interesse em permanecer permanentemente por lá.

Mudar de pais, com certeza não é uma escolha fácil, mas a realidade é que isso é possível e está mais próximo do que muitos de nós imaginamos. A maior questão aqui é que não escolhemos onde nascemos, mas podemos sim, escolher onde iremos levantar nossas vidas[bb]. Temos que usar a boa e velha balança para tentar tomar uma decisão coerente.

Família, amigos, trabalho, formação, a grande verdade é que quando você muda de pais, previamente você está escolhendo começar uma vida do zero. Novos amigos, novo trabalho, nova formação, ….. família, está ai uma das primeiras coisas insubstituíveis que o Brasileiro encontra. Realmente é um peso gigante escolher viver longe da família.

A balança nunca foi uma técnica muito precisa para medir importâncias implícitas. Essa vilã faz com que o tempo presente seja o destaque principal em uma alta unidade, quando, na verdade, deveríamos observar o desenvolvimento[bb] de cada uma das escolhas que estamos pesando. Todas as vertentes possíveis possuem pontos positivos e negativos.

Muito me perguntam por que eu falo tanto em sair do Brasil, eu sinceramente não sei responder o que eu vi com meus próprios olhos. Eu não penso só em min, diferente das pessoas que pensam que sair do Brasil é “abandonar o barco[bb] sem lutar por ele”, eu penso em oferecer tudo o que o Brasil não me ofereceu em 25 anos, e não terá condição de me oferecer talvez em um período muito extenso de tempo. Penso sempre no amanhã, e sei que hoje a melhor decisão é aquela que te faz feliz, sei e respeito também que as decisões são individuais.

Então, depois de falar muito, mas não falar tanto assim, quando você estiver na dúvida de se vai embora de vez ou se fica, pense que você ainda tem uma vida longa para viver, e que o período para tomar uma decisão desse porte muitas vezes tem data de validade. Aprendi com a vida, que algumas oportunidades são únicas, então as agarre e tire delas tudo o que for bom, aprenda como não fazer o que foi ruim e sempre, sempre, pense positivo.

Analise da guitarra Strinberg CLG-63

Para quem me conhece bem, sabe que um de meus hobbies é tocar guitarra[bb]. Recentemente, arrumei meu armário[bb], me livrei de alguns instrumentos[bb] velhos e na base da troca acabei adquirindo uma Strinberg CLG-63.

Primeira impressão

Ela parece muito com a Peavy Wolfgang, mas é claro que não há comparação. O acabamento da guitarra é bem bacana, não deixa a desejar. A ponte[bb] FloydRose é bem simples, mas combina bem com o corpo da guitarra. Para quem gosta do estilo Eddie Van Hallen entre outros que usam Peavy Wolfgang, é uma boa opção por similaridade estética e monetária. A guitarra nova[bb], custa em torno de R$750,00 reais, e usada R$600,00, um valor aceitável para uma guitarra desse estilo.

Especificações Técnicas

Corpo: Flamed Maple Plywood

A pintura é bem razoável para uma guitarra de baixo custo, sem detalhes. Os efeitos no topo são bem naturais, não parecem efeitos de pintura[bb].

Já a madeira, Plywood, é compensado de madeira[bb]. Ok, pare. Antes de você falar mal do compensado, lembre que o mestre Paul Gilbert fez algumas turnês do Mr. Big com uma guitarra feita de Plywood. Antes de comprá-la, também fiquei com um pé atrás, mas fazer o test-drive, fiquei tranquilo.

Apesar do corpo de Plywood, a guitarra é bem pesadinha, não como uma guitarra de corpo maciço, mas também não como as guitarras de papel chinesas. Não podemo falar muito de guitarras chinesas agora que o Tagima também está trabalhando com elas, para quem quiser testar a guitarra SIX[bb] me deixou bem impressionado.

Braço e Escala: Maple

Uma madeira mais dura, muito utilizada nos braços de vários fabricantes, principalmente de guitarra gringa, uma vez que é bem difícil achar Maple por aqui.

Captadores: 2 humbuckers

Não consegui muitas informações sobre esses captadores humbuckers[bb], aparentemente são fabricados pela própria Strinberg e aos meus ouvidos, não são bem os que eu esperava para essa guitarra. Talvez minha única decepção com relação ao todo da guitarra.

Controles: 1 volume

Clássicos, mesmos usados nas Squier[bb] e Fender[bb] por ai;

Chave Seletora: 3 positions

Simples, Firme sem capinhas especiais que saem depois de um tempo. Lembra bem as chaves[bb] seletoras das Epiphone.

Tarraxas: Die Cast

Pelo que entendi, as tarraxas são feitas por fundição injetada, o que representa q a tarraxa é de ferro de verdade. Só quem teve guitarra com tarraxa de plástico vai entender o quanto é bom ter uma tarraxa mais firme. Não é nenhuma Gotoh, mas gostei.

Ponte: Floyd Rose

A estampada na ponte vem uma mensagem dizendo que essa ponte é fabricada de acordo com as patentes da própria FloydRose. Aparentemente o material usado na ponte é bom, mas peca nos detalhes e acabamento. A alavanca parece bem travada, não é como as alavancas gostosas de brincar da Ibanez.

Aparentemente a ponde parece ser frágil, mas nesse aspecto não posso julgar muito bem pois durante toda minha vida escolhi guitarras com ponte fixa a guitarras com FloydRose, talvez por ser minha primeira guitarra com Floyd achei que a ponte é sensível demais.

Conclusão

Apesar de espantar pelo baixo custo e pela não tão boa qualidade dos captadores, a Strinberg CLG-63 é uma boa opção para quem quer gastar pouco e em um curto espaço de tempo pretende colocar uns captadores diferentes na guitarra. Nota 7.5.

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Top 5 GnomeShell Extensions

Os gnomos que me conhecem sabem que brinco um pouquinho com o GnomeShell desde que os pacotes para ele não existiam e a compilação era necessária. Bom, agora que tudo mudou, e eu voltei a usar GnomeShell, percebi que a sua evolução é tão agradável que fiquei mal acostumado. No novo GnomeShell, estou usando a versão 3.2.1, é possivel instalar estensões através de uma integração provida por um plugin do firefox. É isso ai meus amigos, instalar plugins no seu ambiente de trabalho através do navegador sem mais dores de cabeça com pacotes e etc.

Então, já que não perdi tempo para deixar meu desktop da maneira que eu queria, resolvi postar as 5 extensions que eu mais gosto, são elas:

  1. Connection Manager – Essa extension, coloca um icone para facilitar seu acesso há alguns servidores via SSH ou Telnet. A melhor parte dessa ferramenta, como eu já uso chaves de acesso, é que com um clique estou no servidor que eu preciso no usuário certo. Muito prático, alem de você ter uma interface para gerenciamento dos itens dessa extension;
  2. TouchPad Indicator – Sem dúvida essencial para quem odeia o touchpad como eu. No meu caso, tenho um notebook da HP que tem um touchpad de unico bloco-botão. Essa extension me permite com facilidade ligar e desligar meu touchpad;
  3. Recent Itens – Para quem trabalha abrindo documentos, editando imagens, ou qualquer coisas que requer abrir diversos arquivos essa extension é uma benção. Não lembra onde salvou o arquivo, onde está a foto entre outras trapalhadas do dia-a-dia use-a. Ela fica no menu superior e mostra todos os itens recentes;
  4. Advanced Calculator – Para quem volta e meia precisa de uma calculadora, é muito útil, essa extension faz com que o campo de busca do GnomeShell mostre resultados de contas;
  5. System Monitor – Por ultimo mas não menos importante, essa extension mostra as famosas caixinhas do monitor de sistemas na barra de notificações do sistema.
Para quem quiser ver mais extensions para gnome shell procure aqui, tenho certeza que existem outras muito boa também.
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gAnalytics – Google Analytics no seu bolso

Nāo precisei de muito tempo usando o Google Analytics para perceber que ele é viciante.

Para quem quiser o Analytics no bolso o tempo inteiro, recomendo a aplicação gAnalytics que pode ser encontrada no Play Store ( novo nome do market).

Na aplicação basta conectar a sua conta google, dar permissão para a aplicação acessar o analytics e observar as analises detalhadas!

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Easy AdSense Lite um plugin para facilitar o uso de AdSense no seu blog

Há algum tempo que eu estava querendo adicionar algumas propagandas[bb] do AdSense no meu blog, mas sinceramente sempre me faltou vontade e tempo. Mesês atraz conheci a boo-box, que também é um meio fácil de colocar publicidade no seu blog, e para habilitalo no meu blog o procedimento foi bem simples, o que me motivou a voltar a procurar como colocar o AdSense.

Basicamente eu não queria ficar editando código[bb], inserindo os códigos do AdSense no meio dos códigos dos temas[bb], eu queria uma ferramenta que fizesse a inserção desses códigos para min. Procurando um pouco achei o Easy AdSense Lite.

O procedimento é bem simples:

Instale-o no seu blog

  • Vá em Plugins -> Adicionar Novo ;
  • Procure por: easy adsense lite;
  • Instale;
  • Ative ;

Configure o plugin

  • Para configurar o plugin vá para Configurações -> Easy AdSense Lite
  • A organização/apresentação do plugin é poluída, fique atento para a metade da página que é onde as cofigurações do plugin se iniciam;
  • O plugin em sua maioria é dividido em duas colunas, na ESQUERDA são configurações da publicidade nos seus POSTS, na DIREITA são configurações da publicidade nos widgets;
  • Modificações na ESQUERDA entram AUTOMATICAMENTE, modificações na DIREITA só são ativadas quando o widget certo está ativo;

Aparentemente funcionou muito bem para min.

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Usando SELinux no CentOs6 da Linode

Há alguns dias migrei uma de minhas VPS[bb]`s da LINODE para CentOS6. Como a de muitos, a minha primeira atividade, foi checar o firewall[bb] e também o SELinux. Para minha surpresa o SElinux estava desabilitado, e aparentemente não era possível habilita-lo.

Com alguns minutos de busca, encontrei o real motivo do problema. Por padrão as imagens fornecidas pela Linode vem com um kernel[bb] específico preparado por eles, no meu caso  3.0.18-x86_64-linode24, que não tem suporte a SELinux.

Para usar SELinux no CentOS6 da Linode é necessário usar o pv_grub para ativar o suporte a kernel customizado. Para mais informações sobre o pv-grub clique aqui.

Existe uma página na Linode que mostra os procedimentos para utilizar um custom kernel usando pv-grub em diversos sistemas operacionais. Nessa página[bb] descobri que uma boa alma, escreveu um script para automatizar esse processo para o CentOS5.5, logo para resolver o problema foi só atualizar o script.

Como não tive muito tempo de atualizar e colocar no github, fica aqui o procedimento para fazer isso no CentOS6:

Instale um novo kernel que suporte SELinux

yum -y install selinux-policy-targeted audit kernel-xen

Crie os diretórios e arquivos necessários para o pv-grub:

mkdir /boot/grub/

cat > /boot/grub/grub.conf << EOF
default=0
timeout=5
title CentOS (2.6.18-194.26.1.el5xen)
root (hd0)
kernel /boot/vmlinuz-2.6.32-220.4.2.el6.x86_64 root=/dev/xvda
initrd /boot/initrd-2.6.32-220.4.2.el6.x86_64.img

EOF

No passo acima, verifique se a versão do kernel-xen continua a mesma, na data que escrevi era 2.6.32-220.4.2.el6.x86_64 , mas é possível que esteja 2.6.32-220.7.0.el6.x86_64 . ESSA ETAPA É FUNDAMENTAL.

Gere a initrd:

mkinitrd -f --preload xenblk /boot/initrd-2.6.32-220.4.2.el6.x86_64.img /lib/modules/2.6.32-220.4.2.el6.x86_64

Faça o necessário para o console funcionar:

mount /dev/xvda /mnt
mkdir /mnt/dev/pts
umount /mnt
echo "devpts /dev/pts devpts gid=5,mode=620 0 0" >> /etc/fstab
echo "sysfs /sys sysfs defaults 0 0" >> /etc/fstab
sed -i 's#1:2345:respawn:/sbin/mingetty hvc0#co:2345:respawn:/sbin/agetty xvc0 38400 linux#' /etc/inittab

Em teoria tudo deve funcionar agora, apenas não esquece de mudar no painel[bb] do seu Linode a opção de kernel para pv-grub.

Acesse: LINODES -> LINODE-ID -> LINODE-PROFILE

E altere as configurações:

Boot Settings
Kernel: pv-grub*
Filesystem/Boot Helpers
Xenify Distro: NO
Automount devtmpfs: NO

Após todos esses passos, faça um reboot na VPS. Execute:

uname -r

E confirme seu novo Kernel. Daqui pra frente é só configurar seu SELinux em /etc/sysconfig/selinux.
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Removendo todos os e-mails de fila de espera – Postfix

Eu não sou exatamente um administrador de servidores[bb] de e-mail, mas tenho que administrar alguns serviços que fazem interações por e-mail[bb]. Quando esses sistemas[bb] estão em testes, e o seu serviço de e-mail é parado para evitar com que os e-mail saiam indevidamente, a fila de e-mail cresce.

Acredito que não sou só eu que tive alguns problemas para apagar todos os e-mails em massa da fila[bb] de espera. Aparentemente, o postsuper, não faz isso. A solução[bb] foi fazer um script que pega com o comando mailq todos os ID`s dos e-mail da fila de espera, e apaga um por um com o postsuper.

Você pode encontrar o código no meu github, nessa página.

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