O que os olhos não veem o bolso não sente

Queria postar isso faz um bom tempo, para falar a verdade desde que voltei da Australia[bb]. Qual seria a reação do Brasileiro se todos os impostos[bb] que pagamos ao invés de serem implícito, fossem explícitos? Ta, você deve estar se perguntando, como assim?

Quando fui para a Austrália, notei que toda a loja[bb] apresenta na prateleira dois valores, o valor real do produto, e o valor do imposto que deve ser somado ao produto finalizando em seu preço total. Esse habito, de somar o imposto diariamente seria uma forma muito simples de apresentar para o Brasileiro que ele paga impostos caríssimos e nós sofremos um abuso[bb] grande dos empresários. Por exemplo:

Como vocês podem observar, essa é uma daqueles cupons fiscais que mostram os preços dos produtos após as compras[bb] nas lojas, só que se você parar para notar, é uma nota que traz uma importante diferença por que apresenta claramente o imposto pago nessa compra.

Nesse caso é possível notar exatamente quanto imposto foi gerado ao se tomar um café na 7th avenida no Brooklyn em Nova York[bb]. Lá é aplicada uma taxa de 8,875% em tudo o que é consumido pela população, nesse caso o café custava $2.45 e com a taxa o consumidor pode ver que pagou exatos 0,22cents de dollar através da transparência da nota fiscal. O café no final saiu por $2,67, que com certeza não é um preço exorbitante para um café.

A transparência nessas situações é muito benéfica. No Brasil isso não é inviável, e quem tem conversado com pessoas mais experientes no assunto, já deve ter ouvido o nome de Dilson Funaro, que tentou e foi vetado, de tabelar e regulamentar o preço pelo Brasil inteiro. Penso que o governo em si, não teria problema algum em obrigar o empresário a mostrar a quantidade de imposto que é paga por um produto tanto na prateleira[bb], quanto na nota fiscal. Acredito fortemente, que se isso acontecesse o Brasileiro realmente se assustaria com o preço praticado pelo próprio empresário, e desculpem-me quem já estiver pensando na lei[bb] da oferta e da procura, isso vai alem do meu ponto principal, que é transparência, mas a procura é constante e infinita, sempre as pessoas estarão dispostas a comprar, o que garante que a oferta verdadeira nunca chegue nas mãos dos Brasileiros, somente “ofertas[bb]” exorbitantes que respeitem as regras do cartel em que o Brasileiro foi criado.

Quando bate aquela incerteza e você não sabe se vai ou se fica

Há algum tempo, venho pensado em escrever aqui, coisas que penso, planejo, desejo ou mesmo algumas visões certas ou equivocadas. Como o ultimo post foi sobre a guitarra nova, vou aproveitar o embalo e falar um pouco de um de meus maiores sonhos, que é trabalhar em um outro pais. Não vou detalhar exatamente oque almejo, mas gostaria de escrever um pouco sobre uma decisão crucial para quem já está lá fora.

É comum eu conhecer pessoas que voltam da Austrália[bb] ou mesmo Nova Zelândia[bb] maravilhadas com a experiência de vida. Muita gente que vai, percebe que aos poucos existem sim oportunidades[bb] para quem quer ficar por lá, pequenas, médias até grandes dependendo do seu nível de interesse em permanecer permanentemente por lá.

Mudar de pais, com certeza não é uma escolha fácil, mas a realidade é que isso é possível e está mais próximo do que muitos de nós imaginamos. A maior questão aqui é que não escolhemos onde nascemos, mas podemos sim, escolher onde iremos levantar nossas vidas[bb]. Temos que usar a boa e velha balança para tentar tomar uma decisão coerente.

Família, amigos, trabalho, formação, a grande verdade é que quando você muda de pais, previamente você está escolhendo começar uma vida do zero. Novos amigos, novo trabalho, nova formação, ….. família, está ai uma das primeiras coisas insubstituíveis que o Brasileiro encontra. Realmente é um peso gigante escolher viver longe da família.

A balança nunca foi uma técnica muito precisa para medir importâncias implícitas. Essa vilã faz com que o tempo presente seja o destaque principal em uma alta unidade, quando, na verdade, deveríamos observar o desenvolvimento[bb] de cada uma das escolhas que estamos pesando. Todas as vertentes possíveis possuem pontos positivos e negativos.

Muito me perguntam por que eu falo tanto em sair do Brasil, eu sinceramente não sei responder o que eu vi com meus próprios olhos. Eu não penso só em min, diferente das pessoas que pensam que sair do Brasil é “abandonar o barco[bb] sem lutar por ele”, eu penso em oferecer tudo o que o Brasil não me ofereceu em 25 anos, e não terá condição de me oferecer talvez em um período muito extenso de tempo. Penso sempre no amanhã, e sei que hoje a melhor decisão é aquela que te faz feliz, sei e respeito também que as decisões são individuais.

Então, depois de falar muito, mas não falar tanto assim, quando você estiver na dúvida de se vai embora de vez ou se fica, pense que você ainda tem uma vida longa para viver, e que o período para tomar uma decisão desse porte muitas vezes tem data de validade. Aprendi com a vida, que algumas oportunidades são únicas, então as agarre e tire delas tudo o que for bom, aprenda como não fazer o que foi ruim e sempre, sempre, pense positivo.

404 AACD – Que tal transformar esse erro em um acerto?

Estou há algum tempo ensaiando esse post. Aproveitando que estou em Brasília com uma certa tranquilidade, e com um certo tempo, vamos lá.

Há alguns meses atrás fiquei sabendo da campanha “Que tal transformar esse erro em um acerto?” através de uma página que não existia. Achei a campanha fantástica. Quantas vezes deixamos de acessar um conteúdo e vimos aquela página “bacana” de erro404??

OPS...

A campanha da AACD[bb] funciona de uma maneira bem simples, para ajudar basta doar sua página 404. Isso, aquela página feia, que você viu ai na figura acima, aquela que ninguem nunca configura e muitas veses nem sabe como configurar.

Para ajudar, leia: http://www.aacd.com.br/404/

Bom, para iniciar o procedimento, primeiro baixe os arquivos no site da AACD:

 wget -c http://www.aacd.com.br/404/404.zip

Extraia o arquivo para o diretório /usr/share/apache2/error/ com o comando:

# mkdir /usr/share/apache2/error/aacd
# mv 404.zip /usr/share/apache2/error/aacd/
# cd /usr/share/apache2/error/aacd/
# unzip 404.zip

Por padrão o apache.conf faz um Alias que aponta para /usr/share/apache2/error/ como diretório de onde ele vai buscar as páginas de erros.

Alias /error/ "/usr/share/apache2/error/"

E aqui, basta apontar para a página que estraimos no erro 404, por exemplo:

 ErrorDocument 404 /error/aacd/404html/404.html

Agora, basta fazer um reload no apache e testar:

 # /etc/init.d/apache2 reload

Confira o resultado aqui

E para finalizar, gostaria de tirar o chapéu para essa campanhã digital da AACD.

[]’s

To de volta, … mais uma vez.

Voltei!!! …

Bom depois de quase 40 dias de férias decidi voltar a postar no noroyalties. Preciso fazer algumas alterações e updates no blog, mas em breve, vou voltar a postar continuamente.

Para o próximo post, gostaria de publicar alguns pensamentos que futuramente gostaria de publicar no opensource.com, o titulo, “Patentes contra a evolução”. Esperem. =D

[]’s

Adminstração… dos lados desconhecidos da vida

“Se você acha que você pode, você pode. Se você acha que você não pode você não pode.” Henry Ford
Confesso que muitas vezes ainda me pergunto o que estou fazendo em um curso de administração de empresas, mas essa é uma pergunta que ja foi bem mais frequente na cabeça de que vos escreve.

Ainda não posso falar que realmente estou gostando do curso, mas sei que a cada dia que passa aprendo coisas que realmente, se usadas no dia a dia podem ajudar muito em discuções, reflexões.

Está sendo dificil sem nenhum calculo ip, nenhuma das minhas piadas geeks funcionam, então já estou percebendo um evolução no meu eu não nerd.

Bom fico por aqui…

Arrumando a casa

Bom, o noroyalties está no ar depois de muito tempo. Prometo tentar deixar ele organizado, alias, é isso que eu estou fanzendo agora.

O novo noroyalties não será só um blog, será meu site pessoal aonde vocês poderão alem de ler coisas que eu escrevo,  ver algumas fotos, projetos que eu participo, palestras que eu já dei ou vou dar.

Pro enquanto, isso é tudo, pretendo organizar a bagunça.

Abraços