Quando bate aquela incerteza e você não sabe se vai ou se fica

Há algum tempo, venho pensado em escrever aqui, coisas que penso, planejo, desejo ou mesmo algumas visões certas ou equivocadas. Como o ultimo post foi sobre a guitarra nova, vou aproveitar o embalo e falar um pouco de um de meus maiores sonhos, que é trabalhar em um outro pais. Não vou detalhar exatamente oque almejo, mas gostaria de escrever um pouco sobre uma decisão crucial para quem já está lá fora.

É comum eu conhecer pessoas que voltam da Austrália[bb] ou mesmo Nova Zelândia[bb] maravilhadas com a experiência de vida. Muita gente que vai, percebe que aos poucos existem sim oportunidades[bb] para quem quer ficar por lá, pequenas, médias até grandes dependendo do seu nível de interesse em permanecer permanentemente por lá.

Mudar de pais, com certeza não é uma escolha fácil, mas a realidade é que isso é possível e está mais próximo do que muitos de nós imaginamos. A maior questão aqui é que não escolhemos onde nascemos, mas podemos sim, escolher onde iremos levantar nossas vidas[bb]. Temos que usar a boa e velha balança para tentar tomar uma decisão coerente.

Família, amigos, trabalho, formação, a grande verdade é que quando você muda de pais, previamente você está escolhendo começar uma vida do zero. Novos amigos, novo trabalho, nova formação, ….. família, está ai uma das primeiras coisas insubstituíveis que o Brasileiro encontra. Realmente é um peso gigante escolher viver longe da família.

A balança nunca foi uma técnica muito precisa para medir importâncias implícitas. Essa vilã faz com que o tempo presente seja o destaque principal em uma alta unidade, quando, na verdade, deveríamos observar o desenvolvimento[bb] de cada uma das escolhas que estamos pesando. Todas as vertentes possíveis possuem pontos positivos e negativos.

Muito me perguntam por que eu falo tanto em sair do Brasil, eu sinceramente não sei responder o que eu vi com meus próprios olhos. Eu não penso só em min, diferente das pessoas que pensam que sair do Brasil é “abandonar o barco[bb] sem lutar por ele”, eu penso em oferecer tudo o que o Brasil não me ofereceu em 25 anos, e não terá condição de me oferecer talvez em um período muito extenso de tempo. Penso sempre no amanhã, e sei que hoje a melhor decisão é aquela que te faz feliz, sei e respeito também que as decisões são individuais.

Então, depois de falar muito, mas não falar tanto assim, quando você estiver na dúvida de se vai embora de vez ou se fica, pense que você ainda tem uma vida longa para viver, e que o período para tomar uma decisão desse porte muitas vezes tem data de validade. Aprendi com a vida, que algumas oportunidades são únicas, então as agarre e tire delas tudo o que for bom, aprenda como não fazer o que foi ruim e sempre, sempre, pense positivo.

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